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Biografías y Memorias

Ilustrações na ficção de Jorge Amado

O livro Ilustrações na ficção de Jorge Amado: Floriano Teixeira e Clóvis Graciano traz uma grande contribuição para a Cultura e História do Desenho, para os Estudos Intersemióticos e para a investigação de signos culturais. Apresenta ainda um elevado grau de originalidade, através de um trabalho exemplarmente redigido.Este livro investiga a relação das categorias visuais de desenhos ilustrativos de duas obras de ficção de Jorge Amado a novela A morte e a morte de Quincas Berro Dágua e o romance Terras do sem-fim com aspectos da cultura baiana. Os ilustradores são dois artistas plásticos brasileiros amplamente conhecidos, o maranhense Floriano Teixeira e o paulista Clóvis Graciano.O estudo analisa de modo interdisciplinar as referidas ilustrações, cujas áreas são: desenho, literatura de ficção, semiótica e antropologia. O autor entende cada ilustração como signos estruturados à luz de uma sintaxe visual. A problemática sociocultural dos desenhos é percebida mais profundamente com a análise dos signos da morte no diálogo intersemiótico.
25.050

O gauchismo de Carlos Drummond de Andrade

Este livro pretende tomar como foco central um determinado prisma sobre a obra Alguma Poesia, o gauchismo, procurando entrever como o olhar gauche pode ser um elemento-chave para se pensar a formação do leitor literário. Há o intuito de observar de que modo o ensino de Literatura aborda a poética de Carlos Drummond de Andrade, em especial a questão do gauche, para, a partir dessa observação, refletir sobre o lugar do poeta e desse importante aspecto de sua produção na formação do leitor.Portanto, perseguindo o gauchismo drummondiano, busca-se investigar como ele pode auxiliar na formação do leitor literário na medida em que se constitui como uma estética que perpassa a poética de Alguma Poesia e parece contaminar as demais obras do poeta, bem como sua relação com o período literário no qual se costuma inseri-las ao tomar a história da literatura como norteadora do seu estudo.
17.495

A crônica de Graciliano Ramos

As crônicas publicadas por Graciliano Ramos e reunidas postumamente em dois livros Linhas tortas e Viventes das Alagoas são a viga mestra de investigação deste livro. Empreende-se uma abordagem sucinta da crônica enquanto gênero literário, analisa-se também como o escritor alagoano se apropriou do gênero como laboratório literário em dois momentos distintos, primeiro no Rio de Janeiro e depois em Palmeira dos Índios, Alagoas. O livro enfoca a terceira investida do autor no gênero, novamente no Rio de Janeiro, quando as crônicas não são mais meio de experimentação literária e sim meio de sobrevivência, espaço de reflexão literária e divulgação do pensamento crítico-estético do cronista. No livro, elas não aparecem esquadrinhadas em separado, mas são utilizadas ao longo das discussões. Em Viventes das Alagoas aparecem os textos produzidos para a revista Cultura Política, publicação subordinada ao Departamento de Imprensa e Propaganda da ditadura varguista. Averigua-se essa agência e seu papel, além de perquirir as circunstâncias que levaram Graciliano Ramos a colaborar por quatro anos em um Aparelho Ideológico do Estado, regime que o encarcerou. O livro esquadrinha o período em que Graciliano colaborou na referida revista e analisa as crônicas editadas por ela. Essa crônicas, segundo alguns estudiosos, foram escritas motivado apenas pelas carências econômicas do escritor, outros levantam a suspeição de que esse conjunto de textos abraça o projeto cultural e político getulista. O autor do livro empreende um estudo acerca da entrada do escritor para a revista, que era um Aparelho Ideológico do Estado Novo, o papel dela no projeto cultural estado-novista e analisa pormenorizadamente as crônicas publicadas na Cultura Política com o objetivo de responder como esse conjunto de textos, prenhes de ironias e tons acrimoniosos, respondeu ao estado de exceção, suas estruturas coercitivas e ao projeto nacionalista gestado e propagandeado por essa revista. O narrador da Cultura Política se alinha ao projeto cultural estado-novista ou se pela contraversão, se serve do uso precioso da palavra, da ironia sublinear, para minar as posições culturais e ideológicas da revista?
32.095

Hércules no Eta

O estoicismo de Sêneca apresenta traços que refletem sua condição pessoal de homem novo, de ator na história do Império Romano e de um pensador bastante livre. As linhas de seu pensamento, que se podem chamar de estoico-senequianas, estão presentes em toda sua obra. A tragédia Hércules no Eta, juntamente com sua tradução, constituem a 1ª parte deste livro. A 2ª é formada pelo estudo do pensamento de Sêneca aí contido. Buscando como modelo principal As Traquínias de Sófocles, Sêneca em Hércules no Eta dá às suas personagens um tratamento tal que se pode ler, em suas palavras e em suas ações, a expressão das virtudes e dos vícios nos 3 níveis: cósmico, imperial e individual. A relação entre essas 3 instâncias é garantida, principalmente, pela tensão sujeito-objeto, presente em toda a Natureza como princípios ativo e passivo, e pela analogia como processo de conhecimento. A expressão máxima do princípio ativo é, no universo, o Logos; no Império, a razão do príncipe, e no homem, a razão diretriz. O vício é o desequilíbrio em qualquer uma das instâncias, e consiste numa inversão que deixa a Razão fora do lugar que lhe cabe segundo a perfeição da Natureza. O reequilíbrio, no âmbito do Universo, se faz pela conflagração universal; no Império, pelo comando de um príncipe virtuoso; no indivíduo, pela prática da virtude, sob o comando da razão.Quanto à virtude (=sabedoria = liberdade = felicidade), o homem pode ser um stultus, um uacillans, um proficiens ou um sapiens.
29.550

El Público de Federico García Lorca

Nesta extraordinária obra, o Autor realiza uma análise sobre os aspectos ligados ao amor e ao erotismo presentes na obra El Público de Federico García Lorca. Abordar uma temática tão sensível como o homoerotismo na obra do poeta de Granada torna-se um desafio. Trata-se de uma questão que, ainda hoje, vem acompanhada de tabus que ameaçam e impedem de alcançar o distanciamento e a profundidade necessária para uma análise imparcial. Na dramaturgia de García Lorca o erotismo de seus personagens é uma sombra que acompanha e influencia o comportamento de todos. Lorca transforma o amor de seus seres de ficção em um sacrifício, em que a violência de um assassinato ou de um suicídio se insere perfeitamente, embora essa violência possa assumir uma característica de libertação. O Amor e o Erotismo presentes na obra lorquiana nos ajudam a compreender a predileção do poeta pelos seres discriminados socialmente em sua época. García Lorca, alimentado por uma atitude filosófica e existencial profunda, por um ideal social e pelo grande conhecimento de temas eternos, alia vida, amor, sacrifício e morte a um erotismo devastador que domina a alma, o coração e o corpo de suas criaturas. Entender de que forma estes elementos se interligam em sua dramaturgia e estão presentes em El Público é razão, mais do que suficiente, para análise de uma obra cujo interesse cresce a cada dia por parte de estudiosos e críticos literários.
27.350

O Amante, de Marguerite Duras

A sociedade colonial francesa da Indochina é mostrada em O Amante (1984), romance de Marguerite Duras (1914-1996), escritora francesa nascida naquela região. Sob a ótica da narradora, a obra revela nuances e contradições de um cotidiano vivido por ocidentais e autóctones e evidencia que o etnocentrismo europeu não foi capaz de comprovar os efeitos supostamente positivos de sua alegada superioridade racial e cultural. O romance, escrito bem depois do período da descolonização, ocorrida nos meados do século XX, revela o insucesso do empreendimento ocidental na Ásia em meio ao universo de contrastes sociais que envolvem europeus e nativos porque, ao focalizar os setores mais fracos e suas dificuldades, inverte os cânones do romance colonial tradicional, trazendo à tona a face transgressora da literatura.
18.595

Um mundo de cada vez

O livro é composto por 366 escritos, todos de rápida leitura, além de alguns textos centrais que reforçam o rumo da obra durante o caminhar da história. Cada um, lido separadamente, representa o fragmento da conclusão de acontecimentos. Quando lidos em sequência dão o sentido completo.O tema central trabalha na ideia da colisão de experiências e conhecimentos diários, na sua importância e mudanças constantes que, se bem absorvidas, enriquecem aquele que as aproveita.
20.150

Contos e Contas

Muitas foram as vezes em que escutei meus alunos espantarem-se quando eu declarava a beleza de um problema, de uma demonstração ou de uma argumentação. Como resposta a esses espantos, comecei a produzir textos com argumentos matemáticos, mas nos quais a preocupação estética assumisse o primeiro plano. Surgiu Contos e Contas. Um livro de contos imbricados com Matemática. São vinte e quatro contos. A maior parte deles termina com uma questão matemática, um desafio que instiga o leitor, transforma-o em alguém que vai terminar a história.O livro não se propõe a ser lido ininterruptamente. A proposta é levar o leitor a refletir ao final de cada conto, é estender sua relação com o texto para além de cada conto.No final do livro, há comentários e soluções das reflexões e dos problemas apresentados nos contos, tornando o livro não apenas um instrumento de prazer e reflexão, mas, também, uma possibilidade de desenvolver o conhecimento matemático de quem se propuser a ver o que olhou.
19.695

Porto Grande - Do Matapi ao Araguari

Aqui você encontrará inúmeros poemas que relatam a grandiosidade da nossa terra e do município de Porto Grande, situado no interior do estado do Amapá. Cidade composta por pessoas que amam a sua terra e seus ofícios. Município com belezas raras e com águas cristalinas que diariamente recebem várias pessoas para tomar seus banhos e socializar com amigos e familiares os dias agradáveis ofertados pela floresta amazônica.As cachoeiras, igarapés, rios, matas, animais, danças, comidas, religiosidades, festas, músicas e outras atividades são relatadas nos versos mostrando quão belo é este município, e o quanto precisamos preservar as nossas riquezas.A presente obra também relata as dificuldades cotidianas de um povo lutador. Nos apresenta com detalhes a realidade no tocante às questões de saúde, educação, lazer, segurança e outros elementos que compõem o cotidiano dos milhares de habitantes do município de Porto Grande.
21.250

Hermenêutica da Angústia

Nesta obra, o professor e filósofo Marco Rodrigues reflete sobre a poética de Nauro Machado, a partir do livro O Anafilático Desespero da Esperança. O intuito de tal esforço é o de conceber uma hermenêutica da angústia que permita, de forma ampla e acurada, uma apreciação dos dramas da existência humana através da literatura.
17.095

Psicanálise e literatura

Este livro empreende um diálogo entre Psicanálise e Literatura para reconstruir o difícil processo de subjetivação do escritor carioca Lima Barreto. O escritor tentou, inutilmente, enfrentar o desamparo e as humilhações de que foi vítima, decorrentes da sua cor e classe social, pela via da escrita literária. Mas acabou por sucumbir ao dramático da própria existência, deixando-se tragar pelo gozo mortífero, pela compulsão ao uso abusivo do álcool, enfim, pela pulsão de morte. Tal como Policarpo Quaresma,  um de seus personagens mais conhecidos, triste também foi o fim de Lima Barreto.
16.350

Contos da minha vizinhança

Em Niterói, na rua Marquês de Caxias, vivem diversas pessoas que o acaso ou a sorte oportunizaram ao narrador conhecer nesses últimos trinta anos. O narrador onisciente se aventura pelas alcovas de velhos sobrados portugueses para contar sua visão das histórias que passamos a narrar. Não se sabe se ele foi morador da rua ou se nela trabalhou, mas, sem dúvida, trata-se de alguém que conhece muito bem a vizinhança, mas que não fez questão de deixar registrado seu nome.
20.150

Logos

Este livro é uma exposição do Evangelho que carrega um sentir de uma justiça aplicável em qualquer lugar ou tempo da existência humana. Esse é o relato que toda Escritura fala, pois o entendimento da mesma só pode ser alcançado depois que a pessoa discerniu a encarnação da Palavra (Verbo), posto que é em Jesus; e a partir dEle; e do seu Espírito; e do modo de ser; que eu posso ver o que é a Palavra de Deus, discernindo assim qual é o seu espírito. Creio que Jesus é Deus manifesto entre os homens. Cristo é a síntese das Escrituras, e o Espírito da Graça é o agente hermenêutico que me aproxima do texto com a fé de que encontrarei a Palavra. É a partir daí então que se interpreta a Antiga Aliança, os Profetas, e todo o Novo Testamento. Isso porque Ele é a Palavra, Ele é a Encarnação Absoluta dela, o Verbo Vivo de Deus, cheio de Graça e verdade. Graças ao Logos essa existência é coroada pela natureza divina à qual emana dEle, e com Ele mantém um profundo relacionamento capaz de elevar a criação à própria natureza do seu Criador. Jesus é o Verbo que se fez carne. A palavra Logos não existe sem Jesus, pois Ele é a Palavra. O Evangelho não existe sem Jesus, só há uma Palavra Cristo.
18.595

Uma História de Vida (1892)

As histórias contadas pelos nossos antepassados aos poucos vão desaparecendo com as gerações e logo ninguém mais saberá contá-las. Muitas vezes, nós esquecemos que o passado já foi presente e que, naquele momento, os protagonistas não o consideravam histórico. Por isso, elaborar um registro escrito é a melhor forma de conservar as memórias de nossos precursores, revivendo e mantendo viva a nossa história.A preservação da memória da família Silingardi, além de ser uma expressão de gratidão para com os que nos antecederam na linha do tempo, traz a certeza de garantir aos descendentes a continuidade da prática dos valores dos antepassados, integrando todos eles: o mútuo conhecimento, a amizade e a união.Será uma grande alegria levar você, por meio desta história, a uma viagem de volta a uma época em que tudo era difícil, em que somente com muito trabalho e perseverança era possível alcançar seus sonhos, mas sempre alicerçados nos pilares da honestidade, da dignidade e dos laços familiares.Enfim, esta é uma história de superação, de luta, que está associada à própria existência. De fato, viver significa submeter-se a mudanças frequentes, sempre na busca de um equilíbrio para melhor enfrentarmos as vicissitudes da vida. Espero, de coração, que você leia e viva essa aventura, que foi contada com muito amor e carinho.
26.195

Museu de Tudo

Este trabalho parte da hipótese de uma nova leitura de João Cabral de Melo Neto, em específico, de uma obra: Museu de Tudo (1975). A construção de Museu de Tudo como um apanhado de poemas arquivados sugere a construção de um jogo sistemático entre eles, em linha reta ou não. A obra é composta por oitenta poemas, sendo o quadragésimo poema intitulado Duplo Díptico, trazendo a ideia de uma estruturação que se comunica entre si por dobras e desdobras. Poemas como Díptico e Duplo Díptico fornecem indícios para nossa hipótese de leitura através de uma dobra que divide os oitenta poemas ao meio quando colocados em um quadro geral. A hipótese aqui é de uma leitura da dobra central, funcionando como um espelho que conecta os poemas dessa base-centro, que se dobra. Partindo dessa teoria, estabeleceremos conexões simbólicas e hermenêuticas que surgem da construção memorial do poeta, perpassam a arquitetura e o urbanismo moderno, e chegam até a literatura, o barroco, a dança flamenca e o futebol. Museu de Tudo, ao refletir uma organização temática que exterioriza uma espécie de materialização entre vida e obra de João Cabral, nos remete à condição de compreender esse livro como um projeto estético e crítico específico dentro do conjunto da obra do poeta pernambucano.
18.995

Viagem a Saramago

Todo o escritor tem o seu começo, mais ou menos longo e complexo, com maior ou menor influência na extensa obra que se lhe segue. E não se esgotam nesta tese todas as dimensões da fase de formação da obra saramaguiana. escreve o autor deste estudo na conclusão do seu alongado trabalho crítico. Por conseguinte, sobressai da leitura deste ensaio, que assume a sua origem e matriz académica, uma considerável afeição pela obra de José Saramago, por um lado; e, por outro, a intenção de contribuir para uma importante questão dos estudos saramaguianos a do estudo dos complexos processos de evolução da escrita de um autor marcante da nossa contemporaneidade. Prof. Dr. Cândido Martins, orientador.
41.595

O Amigo Imaginário

Uma imaginação pode render tantas coisas!Uma garota e um amigo imaginário, será que ele se tornaria real?Nada é impossível!
11.650

Antes de dizer adeus

O livro aborda os pensamentos, sentimentos e desejos de sua autora em um período de profunda tristeza e confusão. Neste livro, ela teve a coragem de tentar fixar seus movimentos interiores em palavras a fim de buscar um alívio para si e encorajar seus leitores a fazerem o mesmo, pois muitos certamente sofrem de modo ou por causa semelhantes, mas não externam seu sofrimento.
15.595

Edgar Allan Poe traduzido no Brasil

É impossível imaginar um livro sem a presença de pelo menos um paratexto, como título, capa ou contracapa. Paratextos são elementos mediadores entre o texto e o leitor e consistem em itens informativos de relevante importância na construção de uma obra. Mas não é só isso: eles também propagam a imagem do autor e do livro, e contribuem para a divulgação da editora e da edição. No caso de textos traduzidos, esses recursos ainda podem dar visibilidade ao tradutor.Este volume, além de conter um amplo levantamento da contística de Edgar Allan Poe traduzida no Brasil, traz uma análise minuciosa de elementos paratextuais (quartas capas, orelhas, prefácios, posfácios e notas) presentes em antologias brasileiras de contos do autor lançadas ou reeditadas nos doze primeiros anos do século XXI, com o propósito de verificar de que forma Poe e sua obra são apresentados ao leitor do texto de chegada através desses componentes paratextuais. Ademais, procura-se observar até que ponto os tradutores dispõem de espaço nessas coletâneas. Acrescente-se que esta edição seja uma valiosa fonte de pesquisa na área dos Estudos da Tradução e de Literatura Traduzida, ou mesmo para qualquer simpatizante do estilo desse renomado escritor estadunidense. Outrossim, as imagens coloridas de capas, quartas capas e orelhas certamente tornarão a leitura mais prazerosa e fluida.
58.895

Limoeiro dos Pompeus

Quem nunca ouviu falar de Limoeiro dos Pompeus está convidado a percorrer as páginas deste livro. O autor Romário Alves, com sensibilidade de HISTÓRIAdor que quer dar voz e vez aos sujeitos, nos oferece um olhar sensível, dedicado a construir visibilidade ao espaço físico e social de um interior do Ceará.Sua perspectiva é construir um percurso que brinde o leitor com toda a conjuntura: econômica, política, cultural e religiosa de Limoeiro dos Pompeus. Uma escrita clara e agradável que nos apresenta como este povo viveu e se constituiu. Um livro que você quer devorar tomando o seu café. Você começa a leitura entendendo de onde advém o nome Limoeiro dos Pompeus.Que felicidade é saber que Limoeiro dos Pompeus entrou em outro território tão agraciado pelos HISTÓRIAdores, o da escrita. Os leitores serão presenteados com relatos peculiares, por imagens simbólicas de um HISTÓRIAdor que busca propagar que a vida de um povo importa, que a luta contra o esquecimento é diária, e que todos nós somos personagens de uma grande e fabulosa fábrica de sentimentos, ações e fatos.
13.095

Pacto de sangue inocente

Trinta e oito anos, tempo de procura e espera, idas e vindas, desencontros pelo meio do caminho. Dois jovens, filhos das famílias Bragança e Sertório, viviam numa cidadezinha do interior do Planalto Central Brasileiro no ano de mil novecentos e setenta e três, quando tudo começou. Eduardo e Flávia, protagonistas reais de uma história cuja separação se fez necessária para que o sangue de inocentes não manchasse a terra vermelha massapê. Enquanto existir a esperança de ser feliz, existirá um coração apaixonado, esperando pela alma gêmea que um dia se foi, pois sozinho a vida não tem nenhum sentido! O coração é como uma porta encostada, esperando para ser aberta a qualquer instante pelo alguém que ama, pedindo para entrar e ficar para sempre, sendo que nas aventuras e lugares não encontrou conforto e refrigério como dantes tivera num só lugar, nem mais, nem menos. Olhando nos olhos de quem aguardou por tanto tempo, ouvindo dos lábios trêmulos: entre, ainda bem que você voltou, aqui é o seu lugar. OZAR MENDONÇA
26.250