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Religión y Espiritualidad

Diante da finitude

O pensamento de Sêneca se caracterizou por centrar o seu interesse na pessoa, interiorizando a vida moral e defendendo a dignidade humana. Em seus escritos também se evidencia a preocupação com a formação do homem ideal, aquele que seria capaz de viver com sabedoria. No entanto, em seu drama existencial, o homem defronta-se, inevitavelmente, com um grande mal: o medo da morte. Essa preocupação com a morte se destaca em seu pensamento filosófico, consistindo a tomada de consciência dessa realidade em um princípio de sua moral: a mortalidade enquanto condição natural. Quando incapaz de aceitar essa realidade e controlar seu medo, o homem prejudica seu projeto de caminhar rumo à sabedoria e à felicidade. Para Sêneca, cabia ao homem identificar os males a que estava sujeito, buscando constantemente sua perfeição. Outrossim, para atingir este ideal de perfeição, deveria o homem estar em conformidade com sua própria natureza e afastar-se daquilo que lhe pudesse retirar desse caminho, o que somente seria possível de se alcançar com a superação do medo da morte. Caberia ao homem refletir sobre o sentido da vida e da morte. Portanto, em Sêneca, uma verdadeira educação pressupõe uma educação para a morte, pois isso proporcionaria ao homem a tomada de consciência sobre sua condição, sobre sua fragilidade e sobre a mortalidade em si. Com isso, a morte não seria entendida como causa de angústia e sofrimento.
$ 17.095

A carne do real

O real enquanto impossível aponta para a direção do insondável, do que se mostra como estranho ou mistério e que não se deixa apreender. Essa atmosfera perpassa toda a vida humana, no sentido de que, enquanto sujeitos, somos atravessados por um non-sens, um limite, seja este o limite do desejo ou da própria existência, representado pela morte. Por outro lado, é desta finitude que emerge a possibilidade de significações, tal como a vida e a morte, o ser e o nada, o eu e o outro. Entre um e outro não há contradição, mas reversibilidade, quiasma, que encontra no conceito de carne (Chair) de Merleau-Ponty, em Lacan por meio do conceito de extimidade (Extimité) e a figura topológica da Fita de Möbius, um modo de descrever esta experiência arqueológica da existência. Esta experiência não passou despercebida por Freud, principalmente ao descrever a vida anímica marcada por uma estranheza íntima (Unheimlichkeit). É esta estrutura que A carne do real tenta recuperar, a partir do diálogo entre Merleau-Ponty e a psicanálise, a fim de permitir entendermos o funcionamento de nossa existência enquanto sujeitos de desejo e cindidos pela finitude.
$ 29.950

Pastoreio de Almas em Terras Brazilis

Esta dissertação apresenta uma análise da institucionalização da Igreja Católica no território que hoje corresponde ao Estado do Paraná. O período estudado desdobrou-se entre os séculos XVII, quando são fixadas as primeiras paróquias, e os finais dos Oitocentos, quando foi criada a Diocese de Curitiba, em 1892, até a posse de seu primeiro bispo, em 1894. A expansão portuguesa e a expansão da Igreja aconteceram de forma simultânea em função do instituto do padroado, que permaneceu até a Proclamação da República no Brasil. Através desse mecanismo, o Império Português tornou-se o mecanismo de proliferação da fé católica, assim como a Igreja tornou-se o braço de sustentação da expansão colonial portuguesa. Para dar conta desse amplo processo, através dos estudos bibliográficos e a análise de fontes, o estudo abrangeu a institucionalização da Igreja na América Portuguesa, indicando as diversas circunscrições religiosas a que essas terras foram submetidas para depois acompanhar os desdobramentos da Diocese de São Salvador até surgir a Diocese de Curitiba, desmembrada da Diocese de São Paulo.
$ 18.495

A arte nova e o novo na arte na filosofia de Theodor W. Adorno

Fruto de dissertação de mestrado defendida pela autora no Programa de Pós-Graduação em Filosofia da UFMG em 2014 sob orientação do prof. Dr. Eduardo Soares Neves Silva, este livro tem como objetivo principal realizar uma interpretação da filosofia de Theodor W. Adorno que problematize o estatuto do novo na arte. A importância desse assunto se deve à compreensão, defendida pelo filósofo, de que a busca pelo novo na arte moderna tem como modelo o fetichismo da mercadoria. A proposta, então, é a de diferenciar a aparência de novidade da indústria cultural e o novo na arte, ressaltando como que este último assegura o caráter de verdade da arte. Além disso, pretende-se mostrar que o novo na arte moderna, mais que uma ideologia modernista, deriva do modo como Adorno interpreta a tradição dialética e a concepção romântica de obra de arte original. O livro conta com prefácio escrito pelo professor da UFMG Eduardo Soares Neves Silva.
$ 20.495

Teoria Crítica do Direito do Trabalho

A presente análise tem por propósito contribuir para o delineamento das bases epistemológicas da teoria crítica do direito do trabalho. Aponta-se a imprescindibilidade do uso do método materialista histórico-dialético no empreendimento de estudos de matiz crítico, assim entendidos como aqueles que, ao inserirem o direito na totalidade social, levam em conta a interdisciplinaridade em suas análises e procuram desvendar as abstrações ocultadas na realidade social para apontar as possibilidades emancipatórias por ela viabilizadas, mas também por ela mesma obliteradas. Propõe-se que a teoria crítica do direito do trabalho procure lidar com a típica ambivalência desse ramo jurídico por via da interação dialética entre a crítica político-ideológica dirigida ao seu conteúdo normativo, assim como da crítica à própria forma jurídica. A primeira, político-ideológica, revela a natureza classista do delineamento normativo do direito, que se altera de acordo com a correlação de forças entre trabalhadores assalariados e capitalistas, assim como denuncia o papel ideológico de tais alterações, as quais se prestam a pacificar o conflito social e, assim, possibilitar a manutenção do capitalismo. A segunda, dirigida à forma jurídica, classifica o direito como uma forma social determinada pelo capitalismo, que deve ser superada ao lado da superação desse sistema produtivo. Faz-se o estudo do instituto dos tempos de trabalho com a teoria crítica do direito do trabalho como escolha epistemológica.
$ 29.595

Cognição Incorporada

É preciso perceber e estabelecer os pontos de relação entre as pesquisas da ciência cognitiva e as investigações da experiência humana. Para realizar essa tarefa, serão abordados os temas da fenomenologia, particularmente, os conceitos da fenomenologia de Merleau-Ponty, no que concerne à percepção e ao corpo próprio. Para complementar a descrição da experiência humana, será abordada a filosofia budista, com foco na prática meditativa. Após esse processo, serão tematizadas as diversas áreas da ciência cognitiva, como o cognitivismo, o conexionismo e a teoria da enação, com a intenção de chegar ao conceito de mente corpórea, o qual tem por objetivo construir um paralelo entre ciência cognitiva e experiência humana. Para ampliar a noção de mente corpórea, será discutida a teoria da cognição de Santiago. Também será abordada uma filosofia do não-self, como um outro ponto de convergência entre a ciência e a experiência. Seguindo o trajeto da pesquisa, a consciência será investigada de um ponto de vista sistêmico. Por fim, serão examinadas duas escolas de estudo da consciência, a neurofenomenologia e o projeto de naturalização da fenomenologia.
$ 21.650

A Ontologia Política de Heidegger

A presente pesquisa busca uma compreensão política possível a partir de um mergulho no pensamento do filósofo alemão Martin Heidegger. Assim, inicia-se com a análise dos textos da ontologia fundamental, notadamente das obras escritas na década de 1920 e que não assumem a filosofia política como preocupação central. Neste caminho aparecem elementos imprescindíveis para a tentativa de desvelar uma compreensão política mais originária. Aborda-se temas como: o mundo e o cotidiano. É também problematizado o compartilhamento de mundo, o ser-com e, ainda, a impessoalidade. Em um segundo momento, investiga-se a comunidade, o povo, a decisão e como a história está relacionada a esta discussão. No enfrentamento a estas questões, pontua-se a compreensão da verdade e de uma temporalidade originária debatida nas obras do referido pensador alemão. Neste ponto, adotou-se obras tanto da década de 1920 como da década de 1930. Na terceira e última parte, volta-se a atenção para os textos produzidos no ano em que Martin Heidegger assumiu o reitorado da Universidade de Freiburg (1933) bem como em alguns textos anteriores e posteriores que, de alguma maneira, têm relação direta com este período. Conclui-se, assim, que a liberação de uma outra compreensão política é possível a partir do acesso ao pensamento de Heidegger, desde que exista a disposição em adotar uma compreensão holística de sua obra.
$ 22.795

Da vontade imperfeita à instituição do Estado Civil em Kant

O objetivo deste livro é analisar a necessidade da instituição do Estado Civil no interior do pensamento filosófico de Immanuel Kant. Para o cumprimento de tal tarefa é necessário perpassar pelo conceito de vontade imperfeita, cujo âmbito de incidência se dá em todos os homens, e que nos impede de seguir de modo infalível os ditames da razão prática pura, implicando na seguinte consequência: quando agimos com o intuito de satisfazer nossos próprios interesses, isto é, quando cedemos a nossos próprios desejos e inclinações, impossibilitamos, por conseguinte, a liberdade externa dos outros indivíduos e a coexistência pacífica dessa liberdade externa na vida em sociedade. Desse modo, impõe-se a seguinte questão: como possibilitar a vida em sociedade, garantindo a liberdade externa dos indivíduos e a coexistência livre entre arbítrios alheios? Haveria algum tipo de móbil capaz de conduzir minha vontade imperfeita, possibilitando, por conseguinte, a coexistência livre entre arbítrios alheios? Ora, a resposta proposta em conformidade com a análise do texto kantiano é a de que tal garantia da liberdade externa só se efetivará com o advento do Estado Civil ou Direito Público, visto que só este Estado possui um móbil capaz de conferir tal garantia, a saber, a coerção. Assim, com vistas a auferir a coexistência em liberdade entre arbítrios alheios, ter-se-á como necessária a transição do Estado de Natureza para o Estado Civil.
$ 18.250

A liberdade de expressão no pensamento de Ronald Dworkin

Este livro apresenta interpretação do direito à liberdade de expressão disponível na obra do filósofo norte-americano Ronald Dworkin. No primeiro capítulo, aborda o sentido em que o autor fala de direitos, o significado das liberdades no seu liberalismo, e o esforço por ele feito de integrá-las à sua concepção de justiça distributiva, a saber, a igualdade de recursos. O capítulo segundo cuida de aspecto importante da teoria do autor: a continuidade entre ética e moral, em especial à sua teoria da dignidade.Também explora consequências da teoria ética de Dworkin às liberdades e a integração entre ela e o valor da igualdade. O terceiro capítulo, então, lida mais diretamente com direito à liberdade de expressão como Dworkin o concebe: integrado à justiça distributiva e fundamentado no que chama de independência ética e na autenticidade que marca a igualdade de recursos, bem como a uma concepção de democracia. Também faz parte do terceiro capítulo discussão de casos concretos: nele se explica por que Dworkin inclui na liberdade de expressão o discurso de ódios e pornografia mas também por que não inclui a liberdade de imprensa, a liberdade acadêmica e os atos de expressão por empresas.
$ 38.350

Em busca da singularidade perdida

Há dois extremos da subjetividade, o da alienação, opressão, dominação, e, no lado oposto, a singularização, a criação, a expressão. Com Nietzsche, Spinoza, Foucault, Deleuze e Guattari, entre outros, entendemos que o problema, o qual o processo de singularização deve enfrentar, não é o poder, mas as relações de dominação dele; que o problema não é a moral, mas determinadas morais apequenadoras da vida; que o problema não são os signos, mas as palavras de ordem que os determinam; que problema não é o Eu, mas determinado modo identitário de o confeccionar.Cuidemos para que a falta não se torne lei; para que o desejo parta de nossa singularidade interior ou imanência absoluta; para que o verbo do meio não se prenda ao sujeito do fim; para que o devir jamais se fixe numa forma permanente; para que a dança e fluidez de Dionísio não perca seu movimento na pose de Apolo; para que nosso pensamento não se ajoelhe à estátua do ego; para que todos os tronos e pedestais caiam sob o fogo de Heráclito, tornando possível, enfim, que sejamos senhores de nós. Cuidemos de nós, caso contrário alguém cuidará, e frequentemente o suposto cuidado do outro não é senão um disfarce para acessar nossa fragilidade e controlar nosso sofrimento e gozo.
$ 16.750

Hegel e as artes

Ao propor uma sistematização das artes, Hegel busca apreendê-las tanto em sua singularidade quanto em sua universalidade como arte. O sistema das artes é a terceira parte da estética, apresentada depois daquelas dedicadas ao belo ideal e às Formas de arte, e corresponde à investigação da realização da arte na efetividade e da efetivação do espírito na materialidade, nas formas das diferentes artes particulares. A busca por uma sistematização ou divisão das artes já vinha sendo trabalhada por pensadores do idealismo e do romantismo, fundamentalmente com base em questões de forma e expressividade de cada arte, sendo que Hegel destacará o conteúdo, levando em consideração um aspecto lógico que permeia todo o seu pensamento filosófico, o qual, aliado a questões inerentemente estéticas, determina a compreensão conceitual das artes. Hegel empreende uma articulação histórico-conceitual entre a arte e suas formas de efetivação na materialidade, estabelecendo um conteúdo típico de cada arte como reflexo do contexto espiritual das Formas de arte, onde o conteúdo simbólico se liga à arte da arquitetura; o conteúdo clássico, à arte da escultura; e o conteúdo romântico, às artes da pintura, da música e da poesia. Por meio de um tratamento baseado na historicidade do conteúdo das artes, constitui-se um sistema dinâmico, que permite também refletir sobre o contexto posterior a Hegel com base em seu pensamento, discutindo-se as relações entre forma e conteúdo na arte moderna.
$ 20.050

Por que Amamos Nossa Senhora?

Maria Santíssima é o doce néctar de todas as flores juntas, é o mel que adocica os corações tíbios e de todos os cristãos marianos. Somos como abelhas à procura desse néctar (Virgem Maria) que inebria nos braços de Deus, porque os maiores combustíveis espirituais para as almas são as nossas devoções.Tudo em Maria Santíssima é Espírito de Deus que transborda no cálice o frescor de sua alma, como o aroma das plantas no orvalho da aurora, ou como o sol que nasce entre as montanhas, ou os pássaros que voam altaneiros ou as chuvas silenciosas que caem durante o crepúsculo.A Virgem Santíssima é a própria Igreja Peregrina, Ela é a Igreja dos Pobres e Oprimidos que clama através de suas preces a Esperança e a Justiça de Deus.Maria Santíssima não é uma rosa isolada, mas é todo um Buquê de flores que exala todo o perfume de santidade e de odor do amor mais puro, profundo, natural e divino, como o silêncio das flores das matas virgens onde ornam as árvores mais grossas e finas que crescem em direção ao céu, numa pujança natural, onde em suas copas os pássaros se aninham e gorjeia de alegria a vida mais plena...
$ 22.795

Educação e Política em Rousseau

Subjacente à ênfase dada aos aspectos abstratos nos escritos políticos de Rousseau, nota-se o esboço de um plano de ação política. Então perguntamos: o que significa formar para a cidadania no contexto social descrito no Segundo discurso? Como o Emílio responde a isso? O tratamento desse problema da educação de Rousseau pressupõe um movimento analítico englobando três obras: o Segundo discurso, o Emílio e o Contrato social. O que, por sua vez, exige que se tenha, em mãos, um fio condutor a elas compatível. Esse fio condutor não poderia ser outro senão a problemática da liberdade, pois ela constitui-se o ponto de convergência do pensamento antropológico, político e educacional rousseauniano. Na análise da relação da liberdade e o homem, vimos que ela consiste no principal atributo do homem natural. Constitui-se em sua diferença específica e é, portanto, indispensável à sua existência. Ao abandonar o estado de natureza, essa liberdade é perdida, visto que as relações sociais estabelecidas, de forma inconsequente, tendem a suprimi-la. Sendo a condição de liberdade indispensável à sua existência, impõe-se, ao homem civil, a necessidade de resgatá-la, agora, em uma forma compatível com a vida social, ou seja, que se institua uma liberdade moral ou política. Posto que a liberdade, agora exigida, se trata de uma convenção, não se encontra, no homem, portanto, disposições naturais à sua efetivação. Então, é necessário construí-las, e essa tarefa cabe à educação.
$ 20.050

Por um ensino menor de filosofia

Este livro tem como finalidade propor um conceito dentro da área das Ciências Humanas, entendido como ensino menor de filosofia. No primeiro momento, buscou-se fundamentar o conceito em questão analisando o encontro do ensino menor com a afroperspectividade, passando depois pela compreensão e apropriação dos componentes do conceito de literatura menor em Deleuze e Guattari que são a desterritorialização da língua, a ligação do indivíduo no imediato-político e o agenciamento coletivo de enunciação. Os encontros e apropriações desses componentes fundamentaram a presente proposta de ensino menor de filosofia, que foi um processo de criação realizado por meio de um método desviante forma esta que é sugerida exclusivamente por Deleuze e Guattari. Um outro objetivo importante foi materializar um ensino que trouxesse outras expressões para o ensino de filosofia, a partir de um material didático alternativo que se concretizou nessa proposta como didática do menor, e que está para além da visão da originalidade grega e do conhecimento hegemônico da tradição filosófica por isso, o ensino menor de filosofia propõe experiências pelas expressões que foram silenciadas e que são partes da resistência epistemológica ao projeto colonial ou seja, é uma experiência filosófica constituída pelos componentes do menor linguagem, político e coletivo em encontros com as matrizes africanas e indígenas da filosofia.
$ 29.595

A passagem da Allegorese à Transposição dos Mitos e Mistérios em Platão

O estudo da transposição platônica envolve diretamente o estudo em torno da alegoria e da interpretação alegórica (allegorese). Como a alegoria, a transposição nos oferece um conteúdo mítico ou mistérico com significações para além do aspecto literal, cuja designação tende a explicar elementos predeterminados ou em desenvolvimento. Como a interpretação alegórica, a transposição interpreta e modifica imagens e termos míticos tradicionais ou de mistérios, ressignificando seu conteúdo religioso em algo diverso, sem deixar de guardar certa similaridade com a forma original, tal como ocorre com a racionalização mítica entre os intérpretes alegóricos. Neste trabalho, buscaremos estabelecer a relação entre a alegoria e a allegorese (isto é, alegoria e interpretação alegórica) e a transposição platônica dos mitos tradicionais e dos mistérios. Partiremos da construção de uma visão crítica de Platão sobre o discurso dos intérpretes alegóricos, para então entendermos como esse modelo, embora criticado por ele, fora adaptado em sua filosofia com o termo conhecido comumente por transposição. Desse modo, abordaremos os elementos comparativos entre o modelo alegórico e o transpositivo, mas objetivando ressaltar as diferenças deste em relação ao primeiro; apontando, assim, um caminho possível dessa forma de pensar os mitos dentro da argumentação filosófica platônica.
$ 32.200

Apocalipse 12

Finalmente há uma revelação coerente sobre o capítulo 12 do Livro do Apocalipse, que, por séculos, fora muito mal interpretado. Discutido à luz dos vários direcionamentos cristãos ao longo dos tempos, vinha gerando grandes confusões sobre seu real entendimento. Sob este novo e lógico prisma, este capítulo, agora esmiuçado no livro Apocalipse 12 A Chocante Verdade Revelada, por Seth Iiyar, nos direciona ao verdadeiro entendimento do período da tribulação e do retorno de Jesus Cristo.
$ 11.300

Coração puro, alma despida

Coração puro, alma despida é uma nova proposta de devocional, carregada de experiências pessoais na forma mais crua e direta. A paixão da autora em compartilhar o infindável e transformador amor de Cristo está estampada na sua própria estória de vida, que se mescla com a beleza poética e cheia de graça do Espírito Santo de Deus. É a riqueza de uma jornada diária, entre vales e montanhas, sucessos e derrotas, sol e chuva, que serve para aproximar corações a toda pureza do amor de Deus e a transparência de nossas almas quando derramadas diante do trono do Pai celestial.
$ 15.195

Existência e infinito

Na vastidão do universo, somos poeira perdida entre um número incalculável de estrelas sem fim e sem um objetivo determinado. Como dizia Sartre, tudo está dado aí, de graça, levemente e sem gravidade, sem atração, numa insustentável leveza do ser. Esta é a nossa angústia: um olhar sobreposto ao infinito e que volta sempre para si mesmo uma imagem de um tempo perdido e que não volta jamais, dado que já passou e do qual nada restou e que não retornará jamais. O infinito tudo absorve em si e não devolve aquilo que nos tirou de uma vez para sempre.
$ 17.150

A graça divina no aconselhamento bíblico

Este livro procura orientar de forma cuidadosa líderes e membros ministeriais eclesiásticos sobre o aconselhamento bíblico. O autor usa-se do conhecimento das escrituras sagradas para expor as diversas habilidades que o aconselhador pode dispor ao aconselhar alguém, bem como explorar técnicas fundamentais ao êxito durante o aconselhamento.
$ 17.850

David Hume e as Regras da Justiça

Neste livro, Hugo Guimarães escreve sobre um tema pouco explorado na filosofia de David Hume: sua teoria da justiça. Centrado no papel da imaginação e das regras gerais na obra do filósofo escocês, o autor procura mostrar a atualidade das reflexões sobre a justiça feitas por Hume, bem como mostrar como sua principal obra, o monumental Tratado da Natureza Humana, possui uma unidade de conceitos e desenvolvimento. O livro inicia com uma análise da filosofia política de Locke e de sua filosofia do direito natural, conjugando uma obra da juventude do filósofo inglês - descoberta apenas no século XX - com o célebre Segundo Tratado sobre o Governo. Na sequência, o autor começa a analisar a filosofia de Hume no Tratado tendo como fio condutor o papel que é exercido pela imaginação e pelos diversos princípios que a afetam e a têm como objeto de sua ação. No último capítulo, o livro especifica o modo como as regras gerais da justiça são criadas e detalhadas de modo a servir à prática do cotidiano. Com isso, fica clara a unidade do Tratado expressa em conceitos como o de imaginação ou o de regras gerais, além dos diversos princípios da natureza humana.
$ 17.095

Somos todos Pedro

Uma experiência de quase morte leva Pedro a ter um encontro com Deus, que lhe confia uma missão a realizar na Terra. Muitos pensaram que ele era Jesus que havia retornado, mas a verdade que Pedro trazia era surpreendentemente óbvia. Em sua incansável jornada, Pedro repassa ensinamentos e vai melhorando a vida das pessoas, ao buscar o objetivo maior de alcançar a paz entre todos. Era algo simples, fácil e ele estava disposto a provar isto. E, sobretudo, mostrar que todos são como ele. Basta querer.
$ 26.550