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Religión y Espiritualidad

Por que Amamos Nossa Senhora?

Maria Santíssima é o doce néctar de todas as flores juntas, é o mel que adocica os corações tíbios e de todos os cristãos marianos. Somos como abelhas à procura desse néctar (Virgem Maria) que inebria nos braços de Deus, porque os maiores combustíveis espirituais para as almas são as nossas devoções.Tudo em Maria Santíssima é Espírito de Deus que transborda no cálice o frescor de sua alma, como o aroma das plantas no orvalho da aurora, ou como o sol que nasce entre as montanhas, ou os pássaros que voam altaneiros ou as chuvas silenciosas que caem durante o crepúsculo.A Virgem Santíssima é a própria Igreja Peregrina, Ela é a Igreja dos Pobres e Oprimidos que clama através de suas preces a Esperança e a Justiça de Deus.Maria Santíssima não é uma rosa isolada, mas é todo um Buquê de flores que exala todo o perfume de santidade e de odor do amor mais puro, profundo, natural e divino, como o silêncio das flores das matas virgens onde ornam as árvores mais grossas e finas que crescem em direção ao céu, numa pujança natural, onde em suas copas os pássaros se aninham e gorjeia de alegria a vida mais plena...
$ 22.795

Educação e Política em Rousseau

Subjacente à ênfase dada aos aspectos abstratos nos escritos políticos de Rousseau, nota-se o esboço de um plano de ação política. Então perguntamos: o que significa formar para a cidadania no contexto social descrito no Segundo discurso? Como o Emílio responde a isso? O tratamento desse problema da educação de Rousseau pressupõe um movimento analítico englobando três obras: o Segundo discurso, o Emílio e o Contrato social. O que, por sua vez, exige que se tenha, em mãos, um fio condutor a elas compatível. Esse fio condutor não poderia ser outro senão a problemática da liberdade, pois ela constitui-se o ponto de convergência do pensamento antropológico, político e educacional rousseauniano. Na análise da relação da liberdade e o homem, vimos que ela consiste no principal atributo do homem natural. Constitui-se em sua diferença específica e é, portanto, indispensável à sua existência. Ao abandonar o estado de natureza, essa liberdade é perdida, visto que as relações sociais estabelecidas, de forma inconsequente, tendem a suprimi-la. Sendo a condição de liberdade indispensável à sua existência, impõe-se, ao homem civil, a necessidade de resgatá-la, agora, em uma forma compatível com a vida social, ou seja, que se institua uma liberdade moral ou política. Posto que a liberdade, agora exigida, se trata de uma convenção, não se encontra, no homem, portanto, disposições naturais à sua efetivação. Então, é necessário construí-las, e essa tarefa cabe à educação.
$ 20.050

Por um ensino menor de filosofia

Este livro tem como finalidade propor um conceito dentro da área das Ciências Humanas, entendido como ensino menor de filosofia. No primeiro momento, buscou-se fundamentar o conceito em questão analisando o encontro do ensino menor com a afroperspectividade, passando depois pela compreensão e apropriação dos componentes do conceito de literatura menor em Deleuze e Guattari que são a desterritorialização da língua, a ligação do indivíduo no imediato-político e o agenciamento coletivo de enunciação. Os encontros e apropriações desses componentes fundamentaram a presente proposta de ensino menor de filosofia, que foi um processo de criação realizado por meio de um método desviante forma esta que é sugerida exclusivamente por Deleuze e Guattari. Um outro objetivo importante foi materializar um ensino que trouxesse outras expressões para o ensino de filosofia, a partir de um material didático alternativo que se concretizou nessa proposta como didática do menor, e que está para além da visão da originalidade grega e do conhecimento hegemônico da tradição filosófica por isso, o ensino menor de filosofia propõe experiências pelas expressões que foram silenciadas e que são partes da resistência epistemológica ao projeto colonial ou seja, é uma experiência filosófica constituída pelos componentes do menor linguagem, político e coletivo em encontros com as matrizes africanas e indígenas da filosofia.
$ 29.595

A passagem da Allegorese à Transposição dos Mitos e Mistérios em Platão

O estudo da transposição platônica envolve diretamente o estudo em torno da alegoria e da interpretação alegórica (allegorese). Como a alegoria, a transposição nos oferece um conteúdo mítico ou mistérico com significações para além do aspecto literal, cuja designação tende a explicar elementos predeterminados ou em desenvolvimento. Como a interpretação alegórica, a transposição interpreta e modifica imagens e termos míticos tradicionais ou de mistérios, ressignificando seu conteúdo religioso em algo diverso, sem deixar de guardar certa similaridade com a forma original, tal como ocorre com a racionalização mítica entre os intérpretes alegóricos. Neste trabalho, buscaremos estabelecer a relação entre a alegoria e a allegorese (isto é, alegoria e interpretação alegórica) e a transposição platônica dos mitos tradicionais e dos mistérios. Partiremos da construção de uma visão crítica de Platão sobre o discurso dos intérpretes alegóricos, para então entendermos como esse modelo, embora criticado por ele, fora adaptado em sua filosofia com o termo conhecido comumente por transposição. Desse modo, abordaremos os elementos comparativos entre o modelo alegórico e o transpositivo, mas objetivando ressaltar as diferenças deste em relação ao primeiro; apontando, assim, um caminho possível dessa forma de pensar os mitos dentro da argumentação filosófica platônica.
$ 32.200

Apocalipse 12

Finalmente há uma revelação coerente sobre o capítulo 12 do Livro do Apocalipse, que, por séculos, fora muito mal interpretado. Discutido à luz dos vários direcionamentos cristãos ao longo dos tempos, vinha gerando grandes confusões sobre seu real entendimento. Sob este novo e lógico prisma, este capítulo, agora esmiuçado no livro Apocalipse 12 A Chocante Verdade Revelada, por Seth Iiyar, nos direciona ao verdadeiro entendimento do período da tribulação e do retorno de Jesus Cristo.
$ 11.300

Coração puro, alma despida

Coração puro, alma despida é uma nova proposta de devocional, carregada de experiências pessoais na forma mais crua e direta. A paixão da autora em compartilhar o infindável e transformador amor de Cristo está estampada na sua própria estória de vida, que se mescla com a beleza poética e cheia de graça do Espírito Santo de Deus. É a riqueza de uma jornada diária, entre vales e montanhas, sucessos e derrotas, sol e chuva, que serve para aproximar corações a toda pureza do amor de Deus e a transparência de nossas almas quando derramadas diante do trono do Pai celestial.
$ 15.195

Existência e infinito

Na vastidão do universo, somos poeira perdida entre um número incalculável de estrelas sem fim e sem um objetivo determinado. Como dizia Sartre, tudo está dado aí, de graça, levemente e sem gravidade, sem atração, numa insustentável leveza do ser. Esta é a nossa angústia: um olhar sobreposto ao infinito e que volta sempre para si mesmo uma imagem de um tempo perdido e que não volta jamais, dado que já passou e do qual nada restou e que não retornará jamais. O infinito tudo absorve em si e não devolve aquilo que nos tirou de uma vez para sempre.
$ 17.150

A graça divina no aconselhamento bíblico

Este livro procura orientar de forma cuidadosa líderes e membros ministeriais eclesiásticos sobre o aconselhamento bíblico. O autor usa-se do conhecimento das escrituras sagradas para expor as diversas habilidades que o aconselhador pode dispor ao aconselhar alguém, bem como explorar técnicas fundamentais ao êxito durante o aconselhamento.
$ 17.850

David Hume e as Regras da Justiça

Neste livro, Hugo Guimarães escreve sobre um tema pouco explorado na filosofia de David Hume: sua teoria da justiça. Centrado no papel da imaginação e das regras gerais na obra do filósofo escocês, o autor procura mostrar a atualidade das reflexões sobre a justiça feitas por Hume, bem como mostrar como sua principal obra, o monumental Tratado da Natureza Humana, possui uma unidade de conceitos e desenvolvimento. O livro inicia com uma análise da filosofia política de Locke e de sua filosofia do direito natural, conjugando uma obra da juventude do filósofo inglês - descoberta apenas no século XX - com o célebre Segundo Tratado sobre o Governo. Na sequência, o autor começa a analisar a filosofia de Hume no Tratado tendo como fio condutor o papel que é exercido pela imaginação e pelos diversos princípios que a afetam e a têm como objeto de sua ação. No último capítulo, o livro especifica o modo como as regras gerais da justiça são criadas e detalhadas de modo a servir à prática do cotidiano. Com isso, fica clara a unidade do Tratado expressa em conceitos como o de imaginação ou o de regras gerais, além dos diversos princípios da natureza humana.
$ 17.095

Somos todos Pedro

Uma experiência de quase morte leva Pedro a ter um encontro com Deus, que lhe confia uma missão a realizar na Terra. Muitos pensaram que ele era Jesus que havia retornado, mas a verdade que Pedro trazia era surpreendentemente óbvia. Em sua incansável jornada, Pedro repassa ensinamentos e vai melhorando a vida das pessoas, ao buscar o objetivo maior de alcançar a paz entre todos. Era algo simples, fácil e ele estava disposto a provar isto. E, sobretudo, mostrar que todos são como ele. Basta querer.
$ 26.550

A paz perpétua à luz da compreensão moral em Kant

A presente obra tem por objetivo abordar o tema da reflexão moral no escrito político de Kant sobre A Paz Perpétua. O trabalho parte de uma abordagem analítica e interpretativa da filosofia moral de Kant, especialmente desenvolvida pela Fundamentação da Metafísica dos Costumes, com algumas incursões na Crítica da Razão Pura, para, em seguida, por em destaque o seu desdobramento na reflexão sobre a filosofia política que discorre sobre os seus fins, sua estrutura e os meios para alcançar a paz entre as Nações.Para tanto, são trabalhados os conceitos sobre a compreensão da moral em Kant como o valor da boa vontade, a lei moral e as fórmulas do dever, destaca-se a seguir a necessidade da paz permanente: como os argumentos para a paz e a ideia de cosmopolitismo esses argumentos trarão sustentação moral sobre a paz perpétua, Kant entende que a paz permanente é um processo a ser desenvolvido ao longo da caminhada humana, tendo como meta a construção do sujeito autônomo e moral, portanto, livre. O sujeito da paz deve constituir-se conforme tais preceitos, garantidos por meio de uma moral primorosa que lhe tire do estado da menoridade e lhe conduza à maioridade, em busca de um Estado cosmopolita, que lhe garanta a paz permanentemente. Segundo a teoria kantiana, a sociedade não poderia ter outra constituição que não fosse republicana - por estar fundada sobre princípios de liberdade, de dependência de uma legislação comum e de igualdade dos cidadãos entre si. Quando sujeito e Estado estiverem em plena harmonia, onde não haja injustiças nem privilégios, estará da mesma forma, se descortinando o caminho para a implantação do que Kant nominou Estado das Nações. E, a partir deste, quiçá para a construção do Estado Mundial Cosmoético.
$ 14.850

Fundamentos do Homem e da Sociedade em Helvétius

A presente obra tem como objetivo apresentar e analisar as teses do filósofo Claude-Adrien Helvétius (1715-1771). Sua teoria se insere no contexto do movimento iluminista francês do século XVIII. Insere-se também na tradição da teoria do conhecimento do empirismo inglês do século anterior. De acordo com essa escola filosófica, os conhecimentos humanos têm sua origem nas sensações ou experiências dos cinco sentidos, não existindo ideias inatas que de acordo com a escola racionalista fundamentam todo conhecimento humano. A teoria de Helvétius se insere também no movimento denominado materialismo, embora o filósofo não se assuma explicitamente como tal. A teoria de Helvétius demonstra o modo como a vida mental do homem se origina das sensações e de como a organização peculiar do homem, que ele denomina de sensibilidade física, determina as capacidades e faculdades humanas. Essa sensibilidade é inteiramente material, pois se distingue unicamente por sua peculiar organização, que no homem adquire uma complexidade que está fora do escopo da filosofia investigar, sendo, pois, atinente às ciências empíricas. O filósofo se utiliza do método da redução para demonstrar que as ideias e sentimentos podem ser reduzidos às sensações físicas e que o prazer e a dor fundamentam todo o comportamento. A ética e a epistemologia, nesse sentido, podem ser explicadas a partir dos princípios que determinam a conduta humana.
$ 17.850

Pecado, uma das Doutrinas da Bíblia

Tópicos abordadosUma das citações introdutóriasA primeira referência ao Pecado, na Bíblia: Gênesis 4:7; a última referência, Apocalipse 18:4Apresentação das Doutrinas da BíbliaO Pecado: Etimologia, raízes; o verbete Pecado e suas referências bíblicas; sua origem, natureza e consequênciasSua presença ao longo da Bíblia: a identificação de citações que se refiram à origem, natureza e consequências do Pecado em rol com centenas de Temas dos Livros CanônicosIndicações para aprofundar o conhecimento sobre origem, natureza e consequênciasComentários sobre antecedentes e consequentes do PecadoListagens dos Temas dos Livros Canônicos, agora buscando qualificar aqueles que se refiram à origem, à natureza e às consequências do PecadoO que todo cristão interessado em Arte deveria saber: alguns livros, seus autores, sinopses e comentários; filmes; peças de teatroCitação de exemplo de dissertação de mestrado e de tese de doutorado sobre o assunto, transcrevendo seus Resumos, as Palavras-chave elencadas pelos seus autores e perguntas formuladas para o leitor deste livroRessaltando a importância de identificar possíveis práticas para os nossos dias
$ 20.795

Yoga malandro

O foco deste livro é investigar uma espiritualidade transplantada da Índia em terras latino-americanas: yoga. Contarei a história de um yoga sob outra perspetiva, que não é nem a do seu valorterapêutico, nem de sua cientificidade moderna. Interessa-me o amplo aspecto humano de um yoga noBrasil: sociológico, político, histórico e antropológico na ciência da religião, muito mais do que umbiológico ou epistemológico de suas escrituras sagradas. Um conceito malandro noyoga, como aqui denomino, está embebido de um sincretismo e hibridismo brasileiro. Yoga malandrotraz consigo um valor espiritual brasileiro de, mesmo em condições desfavoráveis, extrair o melhor quepode do pouco oferecido. Me preocuparei sobretudo com uma espiritualidade de yogues brasileiros,com todos os seus sincretismos e paradoxalidades. Yoga no Brasil, como veremos, ganhou contornospróprios, singulares e, com isso, todas as suas ambivalências.
$ 20.350

Bergson e as duas vias de acesso ao real

Neste livro o leitor encontrará uma instigante análise da filosofia e método desenvolvidos por Henri Bergson. Ao abrir as primeiras páginas, notará que não se trata de mais uma leitura a compor um conjunto crítico que tem crescido vertiginosamente nos últimos anos em nosso país, impulsionada por uma descoberta ou redescoberta do pensamento do filósofo. Mais do que promover uma exegese dos textos, trata-se de uma compreensão profunda das intenções do outor, cujo ápex é seu método intuitivo. Dessa forma, ao supormos que o método intuitivo e sua contraposição ao método analítico é a porta aberta por Bergson que nos permite vislumbrar o que constitui essa dimensão psicológica que nos dá acesso ao real, chegamos também às oposições entre tempo e espaço, conhecimento metafísico (conhecimento absoluto) e conhecimento científico (conhecimento relativo). Assim, compreender a defesa bergsoniana de uma Metafísica da experiência integral, a defesa de uma Metafísica do espírito, que conhece sem mediações, nos permite perceber uma noção que se contrapõe às concepções tradicionais de Metafísica, cujas abstrações fundamentam-se em conceitos gerais. Dessa forma, Bergson é levado a precisar seu método em consonância com uma revitalização da Metafísica num contexto no qual esta se encontrava sob a suspeita da ciência positiva.
$ 18.995

A ideia de Estado de Natureza na filosofia Kantiana

A ideia de estado de natureza é comumente relacionada ao pensamento de ThomasHobbes e Jean-Jacques Rousseau. O primeiro dentro da tese de que no estado naturalhá uma guerra de todos contra todos, portanto, deletéria ao gênero humano; enquantoo segundo teoriza o estado natural dos homens como um ideal que foi degenerado pelasociedade ao ponto de haver a necessidade do Direito e do Estado para solucionar osconflitos advindos dessa decadência. Kant nesse desiderato é um filósofo que dissertousobre essa ideia, vinculando-a as premissas básicas de Thomas Hobbes, mas sob umviés especulativo intrínseco ao seu idealismo transcendental, mas, sobretudo ao seurealismo empírico como reflexo prático dessa construção teórica. Dentro dessapremissa, este estudo reconstrói o sistema kantiano e ressalta a importância dessa ideiajunto ao sistema moral do filósofo de Königsberg, cuja reconstrução parte da metafísicakantiana até atingir a sua doutrina do Direito. Logo, é uma leitura que pode interessarnão só aos estudiosos da filosofia, mas também aos operadores do Direito que almejamse aprofundar sobre uma das bases teórico-filosóficas do Direito ocidentalcontemporâneo.
$ 24.550

Santos Cosme e Damião

A devoção aos santos Cosme e Damião é uma das mais antigas e populares da religiosidade popular brasileira. Este livro examina as origens desta devoção, mostrando como ela chegou até o Brasil e aqui se espalhou ganhando características próprias. O autor apresenta o desenvolvimento do culto aos santos no cristianismo e da ligação entre as ideias de santidade e martírio. Cosme e Damião são cristãos do século IV que foram presos e executados por se negarem a adorar outros deuses. Eles são conhecidos como os anárgiros, pois sendo médicos, atuavam sem pedir qualquer tipo de pagamento pelos seus serviços. Somos conduzidos a acompanhar a devoção a estes santos por toda Europa até ser trazida ao Brasil pelos portugueses que na cidade de Igarassu, em Pernambuco, construíram-lhe uma igreja, que é a mais antiga ainda em funcionamento no Brasil. De Igarassu somos levados a Salvador, onde no bairro da Liberdade, encontramos forte a devoção a esses santos gêmeos. No bairro da Liberdade também há uma igreja a eles dedicada, e o autor se compraz em narrar sua história. A impressão que fica ao final do livro é da grande capacidade das devoções de se reinventarem, e de como a devoção em específico a São Cosme e São Damião, embora antiga, é algo sempre novo para os seus devotos.
$ 31.850

Die Brücke: Entre Nietzsche e o grupo expressionista alemão

Entre os leitores de Nietzsche estava o grupo da chamada arte expressionista alemã, o Die Brücke (A Ponte). O filósofo sugeriu em sua obra que uma ponte poderia levar à superação do homem em direção ao além-do-homem. Para os artistas, cruzar a ponte significou uma nova proposta estética, superando padrões formais anteriores, trazendo novos temas mais sentimentais, por exemplo para as suas artes de vanguarda. A arte buscando ser potência e resistência diante de adversidades que viriam se impor na trajetória dos artistas. Em que outros aspectos o pensamento do filósofo influenciou aquele grupo de jovens artistas alemães no início do século XX? Este livro busca trazer algumas reflexões acerca do tema.
$ 23.350

Teologia da Libertação

O trabalho hermenêutico sobre a Teologia da Libertação e a partir dela tem, acreditamos, tarefas longas. Inserimos, nestas, nossa pequena contribuição, com a hipótese de que a referida teologia não é uma teologia moderna afora seu caráter temporal, e está para além da racionalidade teológica moderna. Comunica-se com a teologia moderna sem ter, no seu interior, as mesmas referências. Do homem moderno, vai ao pobre do Evangelho. Da sociedade individualista, vai ao Povo de Deus. Da liberdade autocentrada, vai à liberdade referida a Deus e ao outro. Da imanência que nega Deus, vai à imanência que encontra Deus na transcendência da própria vida, no Pai, que funda a liberdade, no Filho, modelo do homem livre, e no Espírito, que confere a santidade da liberdade no ser humano. Tal é o nosso foco.
$ 30.650

Schiller e o sublime patético

Esse livro apresenta, detalhadamente, o conceito de sublime expresso nos ensaios de Friedrich Schiller. Também estão presentes pensadores que trataram do sublime antes de Schiller e que, de alguma forma, o influenciaram. São eles, principalmente, Longino, Addison, Burke e Kant. O sublime da natureza, inaugurado pelos ingleses diante da leitura do texto de Longino, não admite a possibilidade de elevação pela arte, mas somente diante de poderes naturais, e Kant mantém essa posição. Portanto, ao longo desse trabalho, é dado maior destaque ao conceito de Sublime Patético dentro da filosofia de Schiller. Essa categoria específica de sublime afasta o poeta alemão de seus predecessores, conferindo originalidade a seu pensamento e possibilitando a reinserção da arte na categoria sublime. O conceito de sublime foi tratado por Schiller em uma série de ensaios anteriores a sua obra mais famosa, A Educação Estética do Homem em uma Série de Cartas, onde não é possível encontrar referências sobre o patético. Portanto, buscamos também a conjunção entre as obras, atribuindo ao Sublime Patético uma função importante na educação estética.
$ 21.250

A Nova Retórica e o Ideal Humanista

Este estudo se propõe a investigar a concepção do ideal humanista presente na obra de Chaïm Perelman. Ideal que só seria alcançado ao se superar um tipo de racionalidade que teria tolhido a possibilidade de uma razão prática fator indispensável para que se realize esse ideal tradicional da filosofia: o de alcançar a comunhão e o entendimento. Ou seja, a criação do acordo baseado na razão prática, que Perelman chama de auditório universal, poderia ser realizada com a responsabilidade e o engajamento, baseado não em resoluções absolutas, calcado em uma só concepção de realidade, mas na consideração das pluralidades de opiniões como age um juiz da common law, isto é, baseado no instrumental (organon) argumentativo presente na Retórica e na Tópica desenvolvidas por Aristóteles. Por isso, caberia ao filósofo propor valores e normas práticas tão universais como os do Imperativo Categórico de Kant, mas sem a distinção feita por ele entre o sujeito e o objeto, a teoria e a prática, característicos desse autor.Assim, de acordo com Perelman, o filósofo tem por objetivo propor resoluções às questões práticas universais, calcadas na constante discussão e testes dessas resoluções feitos pela sociedade. Por isso mesmo, o filósofo teria função normativa, isto é, qualificar os temas segundo uma hierarquia de valores. Segundo esse raciocínio, o filósofo sabe da precariedade dessas resoluções, já que num contexto histórico diferente quando outros se depararem com a mesma questão esses terão possivelmente resoluções deferentes; apesar disso, ele sabe que tem que se posicionar, ao contrário do cientista que pode recusar uma questão. Isso porque em questões práticas não tomar uma posição já seria se posicionar. Assim, o filósofo seria um funcionário da humanidade.
$ 16.750